Assinatura suspensa. A consulta ao acervo continua disponível; as operações que mudam estado estão bloqueadas até a regularização.
Abre fechado nos grupos. O + desce um nível de cada vez — grupo, subgrupo, conta — e na conta abre fornecedor, documento, valor e datas. Realizado é o que já foi pago ou recebido; a realizar é o que segue em aberto; e consolidado é a soma dos dois. As duas últimas linhas fecham com o total de cada coluna e com o que sobrou para o caixa.
| Conta | Realizado | A realizar | Consolidado |
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| Código | Nome | Classificação | Valor | Avanço |
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| Código | Etapa | Teto | Liberável | Avanço | Situação |
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Deixe a etapa mãe em branco para criar uma etapa de primeiro nível. Escolhendo uma mãe, esta vira sub-etapa dela — e o teto da mãe passa a ser a soma das filhas, derivado, não digitável.
Horas consumidas contra avanço físico, lado a lado. Nenhuma das duas sozinha diz o que importa: 90% das horas com 40% da obra feita é o número que antecede o prejuízo; 95% das horas com 95% de avanço é uma obra no prazo. O avanço vem das etapas concluídas, e é travessão — não zero — quando a obra ainda não tem etapa cadastrada.
Arraste o arquivo para a área abaixo e volte a projetar. Ele entra no acervo na hora e espera aqui. Depois, três cliques: obra, classe e — quando fizer sentido — a etapa. Marque aguarda revisão para avisar o cliente de que a bola está com ele; sem a marca, o arquivamento é silencioso.
A emissão registra o direito ou a obrigação no razão na hora. A entrada ou saída de dinheiro é outro fato: é a baixa, no botão da lista.
Procure a obra pelo nome do cliente, pelo contrato ou pelo código. Hora se aponta depois de trabalhada: o dia não pode ser no futuro, e dois apontamentos seus não podem se cruzar no relógio.
Um relógio que passou de 12 horas ou que virou o dia não vira apontamento sozinho — ninguém sabe a que horas você parou, e arredondar poria uma hora que você não trabalhou na conta do cliente. Descarte o relógio e aponte à mão o que lembra ter trabalhado.
As mesmas rubricas do relatório que o escritório já usava — cada uma com a sua escala, porque a receita é uma ordem de grandeza maior que as outras e um eixo comum esconderia as menores.
Primeiro o resumo do período; depois a tabela completa — meses nas colunas, e cada arquiteto abrindo nas cinco contas contábeis, no total e na taxa de acréscimo da remuneração variável sobre o salário fixo. Só entram títulos baixados: é pagamento feito, não previsto.
Meses nas colunas. O + abre os clientes do mês — o que já pagaram e o que ainda devem.
Receita e despesa por mês de competência, somadas do razão — não de colunas digitadas. Cada mês se abre até os lançamentos que o formaram.
Horas apontadas e etapas concluídas. Hora e dia são colunas diferentes: uma etapa pode levar quarenta dias e oito horas de trabalho, porque ficou parada esperando o cliente. Hora zero significa que ninguém apontou, e não que ninguém trabalhou.
A lista de cobrança: quem deve, quanto, e há quanto tempo. O mais atrasado vem primeiro.
Abre com a janela de cobrança: o que vence nos próximos 30 dias e o que entrou nos últimos 30. As duas metades olham para lados opostos do calendário porque as perguntas são opostas — o que está por vir, e o que acabou de entrar. Dentro da janela, o período da barra de cima não vale: um título antigo que vence semana que vem precisa aparecer aqui. Escolha Período inteiro para ver tudo.
Onde está cada proposta e quanto dinheiro está parado em cada situação. “Venceu” é derivado da validade, não de um estado gravado: quem venceu foi o calendário, e vencer não é ato de ninguém. Sem isso, proposta morta apareceria como dinheiro a caminho.
O que precisa de um telefonema esta semana. As que já venceram vêm primeiro e em vermelho — o que venceu ontem é a primeira coisa a fazer, não a última a esconder.
Proposta enviada que ninguém respondeu, da mais parada para a menos. A contagem é do ENVIO e para quando o cliente responde: uma proposta aceita no terceiro dia não está parada há duzentos.
O denominador é o desfecho — fechou, recusou ou venceu. A proposta que saiu ontem fica de fora: contá-la como fracasso puniria o escritório por ter mandado proposta, e a taxa cairia toda vez que alguém trabalhasse. Sem nenhum desfecho, a taxa é travessão e nunca zero.
A origem é a única coisa declarada aqui; o dinheiro ao lado dela vem dos títulos a receber. Reserva Técnica fica de fora desta conta — é dinheiro do fornecedor, e somá-la inflaria o retorno de um canal com valor que não veio do cliente.
Arquitetura vende por indicação. Esta é a lista de quem trouxe outro cliente, e quanto esses clientes já pagaram — reconhecimento comercial, não avaliação de cliente.